R$ 1 milhão por mês e contrato longo: As exigências absurdas de Victor Sá que assustaram a diretoria do São Paulo
O São Paulo está ativo no mercado da bola em busca de reforços para o elenco, mas uma das principais frentes de negociação ganhou contornos dramáticos nos bastidores do MorumBIS. O atacante Victor Sá, que teve passagem pelo Botafogo, é o nome avaliado para dar velocidade ao ataque. No entanto, as exigências financeiras apresentadas pelo estafe do jogador caíram como uma bomba na mesa da diretoria tricolor.
O plano do São Paulo era focar em jogadores em fim de vínculo ou livres no mercado — exatamente o caso de Victor Sá. O grande problema é que "assinar de graça" não significa que a operação sairá barata.
A Conta não Fecha: O impacto de quase R$ 40 milhões
Para aceitar o retorno ao futebol brasileiro, o estafe de Victor Sá colocou as cartas na mesa. O atacante quer um vínculo de longa duração (3 anos) e um salário mensal na casa de R$ 1 milhão, englobando vencimentos em CLT, direitos de imagem e luvas diluídas.
Se fizermos uma projeção simples com os dados dessa exigência, o impacto financeiro para o São Paulo seria gigantesco:
Custo Mensal: R$ 1.000.000,00
Custo Anual (com 13º e encargos): ~ R$ 13.000.000,00
Custo Total do Contrato (3 anos): Próximo a R$ 39 milhões de reais
Para um jogador de 32 anos, a diretoria tricolor avalia que o risco financeiro é altíssimo. O contrato prenderia o clube a um teto salarial elevado por muito tempo, limitando o poder de manobra para as próximas janelas.
Comparativo: Onde Victor Sá se encaixaria na folha salarial do Tricolor?
Pedir R$ 1 milhão de salário coloca qualquer jogador no patamar de "estrela intocável". Veja como esse valor se compara com a atual realidade salarial do São Paulo:
Aceitar os termos de Victor Sá significaria pagar a ele mais do que recebem jogadores que já têm história e títulos com as arquibancadas do MorumBIS, o que poderia inflacionar o vestiário.
O Impasse nas Negociações
O departamento financeiro do São Paulo trabalha com o pé no freio, adotando uma política rígida de responsabilidade fiscal para não reviver os fantasmas das dívidas astronômicas do passado.
A negociação travou justamente nesse ponto. O São Paulo tenta convencer o jogador a reduzir a pedida mensal e aceitar um contrato mais curto (de dois anos, com cláusula de renovação por produtividade), mas os valores atuais assustaram o clube.

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