"Eu não teria coragem": Leila Pereira expõe bastidores de como patrocínio milionário ao São Paulo fracassou
O futebol paulista poderia ter tomado um rumo completamente diferente do que conhecemos hoje nos últimos anos. Em revelações marcantes de bastidores, a presidente do Palmeiras e dona da Crefisa, Leila Pereira, detalhou um episódio até então pouco explorado: o dia em que o São Paulo esteve muito perto de fechar o patrocínio master com as suas empresas.
Hoje, a parceria entre Crefisa e Palmeiras é vista como um dos maiores cases de sucesso de injeção financeira no futebol brasileiro, responsável por reerguer o clube alviverde.
O Assédio do São Paulo e a Negativa Radical
De acordo com o relato da empresária, o São Paulo acionou seus representantes demonstrando forte interesse em contar com o investimento massivo da Crefisa na camisa tricolor.
No entanto, o negócio não andou nem mesmo para uma mesa de negociações formais devido à ligação visceral de Leila e de seu marido, José Roberto Lamacchia, com o maior rival.
Os detalhes do "Não" dado ao São Paulo mostram o peso da rivalidade:
O Convite Inicial: O São Paulo tentou a aproximação estratégica de olho no potencial econômico do grupo financeiro.
A Rejeição Imediata: A proposta foi rejeitada antes de qualquer rascunho de contrato. "Eu não teria coragem, somos muito palmeirenses", disparou Leila ao relembrar o episódio.
O Efeito Dominó: O assédio do São Paulo serviu como o estalo que faltava para os empresários injetarem o dinheiro no futebol, mas direcionando tudo para o rival de muro.
Comparativo: O impacto financeiro que o São Paulo "perdeu" para o rival
O fracasso da aproximação com o São Paulo mudou a balança de títulos no estado. Ao invés do MorumBIS, os valores astronômicos foram parar no Allianz Parque. Veja os números aproximados que mostram o tamanho do aporte que deixou de ir para o Tricolor:
Do PABX ao Estrelato
Leila Pereira relembrou que, após recusar o Tricolor, decidiu ligar diretamente para o PABX (telefone fixo geral) do Palmeiras para oferecer o patrocínio.
Para o torcedor são-paulino, fica a reflexão de como os rumos do clube teriam sido diferentes se o coração da empresária não tivesse falado mais alto na mesa de negócios.

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