Estaleiro lotado: Torcida do São Paulo exige explicações sobre a lentidão na recuperação de jogadores no DM
Um dos mistérios mais irritantes da Barra Funda voltou a assombrar o clube nesta temporada de 2026. O Departamento Médico do São Paulo continua operando acima da capacidade ideal, transformando lesões musculares que inicialmente pareciam simples em verdadeiras novelas que duram meses. Jogadores fundamentais para a espinha dorsal do time passam mais tempo realizando processos de transição física e fisioterapia do que pisando nos gramados do MorumBIS. A torcida, cansada de ver o time entrar em campo desfigurado em partidas decisivas, começou a direcionar os protestos para o setor de preparação física e a equipe médica do clube. A principal crítica gira em torno da falta de transparência nos boletins médicos divulgados à imprensa e do tempo excessivo que os atletas demoram para recuperar o ritmo competitivo após serem liberados para os treinos. Enquanto os rivais conseguem recuperar seus atletas em tempo recorde utilizando tecnologias de ponta, o São Paulo parece preso a um ciclo infinito de recaídas musculares. Se o clube quer brigar por coisas grandes no segundo semestre, a gestão precisa reformular urgentemente os processos de prevenção de lesões, pois nenhum treinador do mundo consegue dar padrão tático a uma equipe que muda de escalação a cada três dias por motivos médicos.

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